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Os Tavernistas

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O segundo título do selo Cadernos do Leste trouxe o vulcão literário do trio chapa-quente de Uma Noite na Taverna Rodrigo Santos (o Bardo), Henrique Santos (Pakkato) e Romulo Narducci. Adquira seu exemplar. Disponível apenas em versão digital (PDF) para download.

Vendido Por : albanohelcio Categoria:

Descrição

RODRIGO SANTOS

Após dez anos na Marinha, Rodrigo decidiu largar tudo para ser professor, escritor e pai, e todos disseram que não ia dar certo. É um escritor em um país de não-leitores – tudo para babar. Juntamente com Romulo Narducci e Pakkatto Henrique, sonhou com um espaço na cidade onde a Arte pudesse ser apresentada, e a poesia ganhasse voz. Adivinha o que disseram? Isso mesmo.

Rodrigo Santos é pai do Miguel, marido de Maria Isabel, flamenguista, poeta,  professor, e ainda vai mudar o mundo um dia. Não acredita em revoluções imediatas, e sim no trabalho contínuo e direcionado para um ideal. Em suas letras, encontramos tanto o poeta sentado à mesa de Solfieri, Johann e amigos, a destilar o spleen sob a fumaça densa dos charutos; quanto o criador preocupado em desacomodar constantemente seu leitor, trazendo temas universais e urbanos para a sua prosa.

Se está dando certo? Bom, isso só você, leitor, pode dizer.

PAKKATO HENRIQUE

Henrique poderia ter sido um cientista louco, à procura da partícula de Deus. Poderia ter feito parte daquele grupo que criou o Real. Poderia simplesmente ser mais um burocrata, brincando de Monopoly com o dinheiro dos outros em um banco estatal. Mas não – não que ele não pudesse ser bem sucedido nessas áreas. Preferiu, entre todos os regalos que a divindade o legou, escolher ser poeta. A voz da Arte vibra em uma frequência particular, e, se você ouviu o chamado, bom… Melhor não se omitir.

Dono de uma poesia ácida e um olhar extremamente minucioso sobre o mundo dos comuns, Pakkatto Henrique usa as lentes de Rubem Braga – apesar de ser influenciado por outro mineiro, o de Itabira – para desnudar a realidade em suas múltiplas camadas, e partir em rota de colisão com o status quo.

E o status quo que se cuide.

ROMULO NARDUCCI

Quem vê Romulo Narducci flanar pelas ruas de São Gonçalo não pode sequer imaginar os universos que o poeta encerra. Grande em estatura – e em coração – e com os espalhafatosos gestos de sua herança carcamana, desconfiado, arredio e medidor das paixões alheias, sofre a mutação dionisíaca quando abre a boca e apresenta ao ouvido incauto todos os matizes de sua poesia visceral e humana. Bukowski, Augusto dos Anjos, Charles Baudelaire, Allen Ginsberg; você pode até tentar, mas Romulo Narducci certamente o irá surpreender. Domesticou as sombras, e agora, em vez de dissipá-las, as tem sob seu jugo e palavras.

Um dos maiores poetas da hodiernidade, idealizador e incansável operário do Uma Noite na Taverna, Romulo Narducci convida você para compartilhar da mesquinharia e da altivez que só a alma humana contém – você ainda tem alma? Então puxe uma cadeira e seja bem vindo. Evoé!

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